quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Críticas Especiais - O Dono da Festa (1,2)

O Dono da Festa (2002)
Van Wilder (Ryan Reynolds) é um jovem que está cursando o 7º ano da Coolidge College e deseja fazer dele o mais divertido ano desde que chegou ao local. Porém, Van Wilder tem alguns problemas. Seu pai resolveu cortar sua mesada, o que o obriga a arranjar um novo meio de obter a quantia necessária para organizar grandes festas, e o ciumento namorado da repórter Gwen Pearson (Tara Reid) está disposto a sabotar suas comemorações de qualquer maneira. Em busca de soluções, talvez Van Wilder seja obrigado a tomar uma medida drástica: se formar na universidade.

Eu fico totalmente decepcionado quando um filme tem tudo pra ser sensacional e erra na sequência. Mas, enfim... O Dono da Festa, é mais um filme, ao Estilo American Pie, que usa apelação para fazer rir. Mas como já disse em outras postagens, para mim, não importa se é apelativo ou não, se é comédia tem que fazer rir. Apenas, fico com raiva de comédias que usam a apelação, mas não de forma certa e deixa tudo a perder.

O Dono da Festa é uma ótima comédia adolescente, primeiramente pelo elenco, que faz o filme valer a pena. Ryan Reynolds, é o astro do filme, ele consegue fazer rir o filme todo, mas a apelação em excesso em algumas cenas, são baseadas em comédia apelativa sem sal, onde as apelações não contribuem para o lado comédia, mas sim para o lado Apelação sem Compromisso, que muitas vezes não agrada, pois não faz rir.

O Filme tem uma história muito bacana, um elenco de primeira linha, e uma comédia apenas boa, nada mais, faz rir, mas ao puxar mais pra apelação, esquecendo do humor, o filme fica meio sem graça, mas nada ruim, continua sendo muito, graças a excelente atuação do Ryan Reynolds, e também quem consegue chamar bastante atenção graças a boa atuação é Kall Penn, que agrada com uma atuação simples, e com um personagem um pouco secundário no filme.

O Dono da Festa 2 (2006)
Sinceramente, quando assisti esse filme, eu desacreditei no que estava vendo. Depois de um filme razoavelmente bom, uma regressão total, uma vergonha. Primeiramente, o difícil é entender como um filme pode mudar totalmente a história, excluindo o personagem principal, e o trocando, pelo que era secundário no filme anterior. Esse foi um dos maiores erros do diretor Mort Nathan em O Dono da Festa 2, onde o excelente Ryan Reynolds, é descaradamente substituído por Kall Penn.

É realmente muito difícil expor minha opinião, pois nunca fui muito fã do Kall Penn, e sou muito sincero em dizer, que ele não tem capacidade para substituir o Ryan Reynolds, e isso não é só por todos os seus fracassos no cinema, mas o próprio O dono da Festa demonstra isso claramente. No primeiro filme, ele era totalmente secundário e fazia um papel um tanto quanto desprezível, e desinteressante, mas conseguia impressionar, já nesse onde é protagonista, ele falha de forma linda, e faz o filme ser mais do que péssimo.

O Dono da Festa, nunca foi nada surpreendente, era, e ainda é apenas BOM, mas Reynolds no primeiro filme conseguiu fazer o filme valer muito a pena, já Kall Penn, não tem a mesma sorte. O filme tenta causa humor da forma mais sem graça possível, pois ele passa de um filme super apelativo que era o primeiro, para um filme totalmente conservador, que fala mais do lado de escolas, ensinamentos e etc, e ao tentar causar humor com o nome "TAJ MAHAL BADALANDABAD" o filme já demonstra como é ruim.

Eu não recomendo de forma alguma, e se trombar com esse filme algum dia, fuja... é muito ruim, serve apenas para perder tempo, pois as cenas finais são um tanto quanto interessantes e até agradam, mas o resto do filme é uma decepção indescritível.

Eu sinceramente assumo, que depois do segundo filme, não tenho coragem e muito menos vontade de perder meu tempo assistindo o terceiro filme. Pra mim, esse filme é uma cópia descarada do American Pie, porém é uma cópia além de malfeita, muito desinteressante, que tem apenas bons momentos. Eu recomendo assistir se você está de férias e quer perder um tempo á toa, mas se quer filmes apelativos decentes, não se reprima, vá de American Pie.

Média do Filme : 6,0
O Dono da Festa 1 : Nota 8,0  
O Dono da Festa 2 : Nota 4,0  

Total : 12 (dividido pelas 2 notas)
Nota Final : 6,0 


             

Nova Enquete !!

A nova enquete, e primeira enquete do ano é "Qual o melhor ator de Comédias em 2011" ?
Temos como sugestões, Martin Lawrence em Vovozona 3, Adam Sandler em Esposa de 
Mentirinha, Owen Wilson em Passe Livre, Steve Carell em Amor a Toda Prova, Kevin James
em o Zelador Animal ou Jim Carrey em Os Pinguins do Papai... temos também a opção
Outro, na qual você pode votar, sem precisar justificar e esclarecer que outro ator você escolheria.


A Enquete acabará, quando notarmos que causou grande repercussão e quando houver
votos, razoáveis... E depois postaremos o Resultado da Enquete. Votem !!


Atenciosamente,
Equipe Cine Manchete

Mudanças 2012 - Críticas Especiais

Olá, eu, como dono do blog, tenho o Prazer de anunciar uma mudança muito significativa no nosso blog. A Coluna "Críticas Especiais", será onde faremos críticas conjuntas. Muitos irão perguntar o que queremos dizer com Críticas Conjuntas, e eu tenho o prazer de explicar, que faremos críticas de filmes que tiveram suas sequências, e iremos analisar todas as sequências, com um resumo que conterá nossa opinião de cada filme, aí diremos se houve progressão ou regressão, fazer uma média exata, e dar uma nota para o filme em si, tipo : Se for um filme que contem 7 continuações, daremos uma nota para cada um desses filmes e dividir por 7, para saber a nota que esse ficou, e faremos um resumo opinativo de cada um desses filmes. 


Não temos ainda uma lista concreta de todos os filmes com continuação que aplicaremos essa ideia, mas os primeiros serão American Pie, O Dono da Festa e o brasileiro Se eu Fosse Você. A cada semana, daremos uma prévia dos filmes que estarão participando da coluna Crítica Especial, e contaremos com a sua ajuda, expondo opiniões, e sugerindo novas ideias. 


Atenciosamente,
Equipe Cine Manchete

Feliz 2012 - O Blog chega com muitas Mudanças

Olá a todos os Leitores do Cine Manchete, obrigado pelo excelente 2011 cheio de visitas, comentários e opiniões... Sabemos que temos um trabalho muito bom a fazer, por isso estamos sempre quites com nossas obrigações e sempre justificando nossas ausências e etc. Ficamos desde do dia 18/12 sem postagens, pois tivemos viagens em datas não previstas, e tivemos que nos ausentar sem dar tempo de justificar, e sem poder desejar em dia Feliz Ano Novo.


Dia 31/12, data do meu aniversário, comemoramos mais 1 ano do nosso blog. Agora temos 2 anos de existência com muito trabalho pesado e competente para apresentar a vocês. Esse ano, tivemos bons filmes, péssimos filmes, filmes interessantes e alguns que conseguiram até impressionar. Iniciaremos 2012, com algumas críticas pendentes de filmes de 2011, e com os novos filmes que chegarão em breve, tendo como primeira estréia do ano, no dia 06/01.


Devido a muitos compromissos agora em 2012, não estaremos com críticas diárias, mas sempre que possível passaremos para criticar algum filme que ficou pendente de 2011, ou os novos de 2012. E teremos como sempre, críticas especiais, de filmes um pouco menos recentes, que também são importantes para servirem como boas ou más sugestões de férias. 


Gostaria de mencionar também um blog, que nos ajudou muito ao longo do ano, com críticas precisas, e que o dono, Fernando Coelho, também me orientou bastante e me ajudou no desenrolar das minhas críticas, e nas discussões que tínhamos sobre cada filme. Então aproveito o momento para sugerir o blog, e agradecer o meu amigo Fernando Coelho, dono do blog http://temumcoelhonocinema.blogspot.com/ pela ajuda que nos deu em 2011, tanto pelos comentários, dicas, mas com o excelente trabalho que esse vêm desempenhando.


Temos o imenso prazer de estarmos aqui mais um ano, e o prazer de trabalhar nessa equipe, nesse blog. Obrigado por 2011, e que vocês tenham um ótimo, um maravilhoso, sensacional ano, com muitas felicidades, realizações e muita paz e saúde.


Atenciosamente, 
Equipe Cine Manchete

domingo, 18 de dezembro de 2011

Crítica : (500) Dias com Ela

Joseph Gordon Levitt e a Brilhante história
de um jovem apaixonado e desiludido...

Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) está em uma reunião com seu chefe, Vance (Clark Gregg), quando ele apresenta sua nova assistente, Summer Finn (Zooey Deschanel). Tom logo fica impressionado com sua beleza, o que faz com que tente, nas duas semanas seguintes, realizar algum tipo de contato. Sua grande chance surge quando seu melhor amigo o convida a ir em um karaokê, onde os colegas de trabalho costumam ir. Lá Tom encontra Summer. Eles também cantam e conversam sobre o amor, dando início a um relacionamento. 

Como já deixei bem claro em outro posts, ver um filme sem esperar muito e esse ser marcante pra você, é muitissímo bacana... Eu realmente não conhecia o trabalho do Joseph Gordon Levitt, mas depois desse filme, virei um fã póstumo dele. O filme é muito bom, mas a sua esplendida atuação contribui bastante para o filme ser bom como foi. Na minha opinião, é uma das melhores e mais bonitas comédias da última década. Zooey Deschanel, também desenvolve bem seu personagem e faz um bom par com Joseph Gordon.

Além de um bom elenco, o filme tem uma boa história. Diferente dos costumeiros romances de hoje em dia, o filme consegue apresentar uma boa história, e essa parte que o filme mostra a luta de Tom por sua paixão, e como era importante reviver esses momentos chega até a emocionar em algumas cenas, pois Joseph Gordon consegue mostrar na pele do personagem a tristeza precisa e convincente... O que faz o filme ter um lado mais dramático também. Marc Webb além de apresentar boa história em consenso com o bom elenco, ele acerta em cheio na trilha do filme.


Enfim, é um excelente filme, e eu recomendo, por saber fazer muito bem a junção do romance, com o drama e a comédia e não errar nisso... É um bom filme, e vale a pena ser assistido.


                                                                              Nota 10                                                                         

Informações sobre o Filme : 
Título : (500) Days of Summer (2010) 
Gênero : Comédia Romântica 
Direção : Mark Webb 
Elenco : Joseph Gordon Levitt, Zooey Deschanel, Chloe Moretz
Duração : 96 min 

Voltamos de Férias !!

Nós da Equipe Cine Manchete, temos o imenso prazer de anunciar, que depois de 2 meses de ausência não esclarecida, voltamos agora, depois de enfrentar 2 longos e importantes meses de férias, sim, tiramos esse período devido ás grandes preocuopações de fim de ano, entre elas, a preparação do natal e ano novo, e a maior importância dos últimos dias de estudo, antes das férias... Felizmente, voltamos hoje, e anunciamos, que colocaremos em dia, todo nosso trabalho atrasado e voltaremos com o trabalho limpo e competente de sempre..

Atenciosamente
Á Equipe...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Crítica Larry Crowne - O Amor Está de Volta

Um filme perdido... Sem início, sem Meio e sem Fim.

Larry Crowne (Tom Hanks) trabalha há anos em uma loja, onde já foi escolhido por nove vezes como o funcionário do mês. Um dia, para sua surpresa, ele é demitido por não ter curso superior. Precisando recomeçar do zero, ele resolve se matricular na faculdade. Um dos cursos que realiza é o de oratório, ministrado por Mercedes Tainot (Julia Roberts), que está desanimada devido ao desinteresse dos alunos por sua matéria. A vida na faculdade faz com que Larry ganhe novos amigos, mude seu estilo de vida e se aproxime, cada vez mais, de Mercedes. 

Eu sinceramente estava muito ansioso pra ver esse filme, assim como o cansativo Professora sem Classe, eu imaginei que a junção de dois dos melhores atores da década passada (onde ainda eram bons) faria de um filme sem sal, ser algo decente. Eu, sinceramente vendo o filme, dei uns risos forçados, para não imaginar que estava conferindo aquilo á toa, e em algumas cenas ri, mas ri de forma simples e comum, como rio de uma piada boba, e sem graça que me contam, ou de algo comum que eu possa ver por aí. Confesso que cogitei dar uma nota muito maior do que o filme merecia, mas voltei ao filme e conferi, o que não havia visto da última vez. É surpreendente,o quanto o filme decepciona. 

Nunca entendi, e nunca imaginei que um filme com Julia Roberts e Tom Hanks, seria alvo de grandes críticas e polêmicas, e nunca imaginei que seria mencionado como um dos piores filmes recentes. Sinceramente, assisti o filme para contrapor minha opinião e tentar mostrar que o filme era ótimo, sensacional, surpreendente, mas fui surpreendido, assistindo-o. Pra começar, de alguma forma a direção do filme errou seu gênero, pois o filme não tem gênero definido, pois não tem comédia e muito menos romance, ou melhor, muito menos história. Se tem história, essa foi apresentada de forma indireta. O filme começa com Larry demitido, depois vai para o Larry da Faculdade e termina com o Larry apaixonado, mas isso é demonstrado de forma muito simples, sem explicação, sem ter como ocorrer. 

Primeiramente, em nenhum momento há indícios que Larry tem algo com a Professora e ela por ele, inclusive ela chega a cogitar sobre sua maturidade, depois de suas apresentações. E acaba tendo um caso com ele, por estar abalada emocionalmente, mas não por amor, pois eles nunca haviam conversado, a não ser um breve cumprimento. Mas logo que ela precipitadamente, sem conhecer, beijou ele, por uma desilusão, que foi demonstrada de forma simples, o diretor tentou dizer que eles estavam apaixonados, mas isso não foi demonstrado em nenhum momento. Segundo, o filme em nenhum momente dava indícios de que havia uma paixão entre larry e a amiga, não com a professora.  

A mesmice de Julia Roberts, é bestante incomoda, ela continua a mesma, se assistirem Um Lugar Chamado Notting Hill, as feições cômicas são as mesmas, ela não muda nada, continua a mesma do inicio ao fim do filme. Tom Hanks, coitado. Esse é melhor nenhum comentar, parece que nem participava do filme, o que agrada nele é que ele se sente á vontade. O filme é bom....para perder o tempo, não faz rir, mas tem um ponto legal : O interesse pela história, e não pelo romance. Sinceramente, eu gostei da história, porém não como ela foi apresentada. Eu não indico, mas se forem assistir quem sabe, gostem ! Realmente, para um filme de Julia Roberts e Tom Hanks era de se esperar, muito, muito mais...


                                                                               Nota 4                                                                        

Informações Sobre o Filme : 
Título : Larry Crowne (2011) 
Gênero : Comédia Romântica 
Elenco : Tom Hanks, Julia Roberts, Remi Malek, Bryan Cranston 
Duração : 98 min 
Direção : Tom Hanks 

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Crítica : Encontro de Casais

Bom elenco, bom roteiro e um Filme 
agradável. Uma ótima Terapia para Casais.

Jason (Jason Bateman) e Cynthia (Kristen Bell) estão prestes a se divorciar. Como última tentativa de salvar o casamento, eles resolvem fazer uma viagem para participar de uma terapia de casais chamada Eden. Para conseguir um desconto, eles incentivam seus amigos para que também viajem, no intuito de participar das atividades sem acompanhar a terapia. Inicialmente relutantes, Dave (Vince Vaughn) e Ronnie (Malin Akerman), Joey (Jon Favreau) e Lucy (Kristin Davis), e Shane (Faizon Love) e Trudy (Kali Hawk) aceitam o convite. Logo ao chegar, eles são alojados por Sctanley (Peter Serafinowicz) na parte oeste da ilha. Joey logo descobre que na parte leste há um resort de solteiros, mas que ele é proibido para casais. Já na primeira noite, Sctanley informa a todos que eles terão que se engajar na terapia, caso contrário devem retornar para casa. Decididos a aproveitar os benefícios oferecidos pela ilha, eles resolvem permanecer.


Eu sou sincero, totalmente sincero em dizer, que não acompanhava e nem conhecia direito o trabalho do Vince Vaugh. Seu primeiro trabalho que tive acesso, foi o excelente filme ao lado de Kevin James, e depois ao lado de Reese Witherspoon, em Surpresas do Amor, ele conseguiu demonstrar seu talento, indo do drama para a comédia de forma surpreendente. Encontro de Casais, mais um outro filme recente de Vaugh traz um elenco divino, um roteiro invejável e filme muito bom. O filme não só faz rir, mas também nos transmite a importância do casamento e das renovações desse relacionamento.


É uma comédia romântica diferente, divertida e bem dramática, mas sabe bem ser conduzida dentro de cada gênero, o que já nos garante um bom filme. Realmente não recomendo apenas pela comédia, mas pelo conjunto completo. O elenco é muito forte, e bastante potencial e soube usar isso a seu favor. Vince Vaughn e John Favreau, além de darem um show de atuação, ainda sensacionalmente escrevem um bom filme. O fato de usar temas típicos de comédia (casamento, férias, separações, terapeutas e etc) agrada demais. O filme não tem nenhum objetivo, apenas tentar agradar o público, e agrada.


Como já disse, os 8 protagonistas foram ótimos, obviamente uns se destacando mais que o outro, e nesse ponto, Vince Vaughn e Faizon Love, conseguem se destacar mais. O primeiro se destaca mais por ser o mais apaixonado, e com menos problemas no casamento, o outro, por ser separado enrolado em um relacionamento com uma menina muito mais que ele, sofre por não amá-la, como amava a ex esposa, mas para tentar criar algo segue a turma e incrivelmente do lado Solteiro do Clube, encontra sua ex esposa, que acaba descobrindo que a amava. O filme tem como principal erro, o fato de usar muitos clichês, compreensíveis por presenciarmos diversas histórias diferentes, mas quando em excesso atrapalha o filme.


Além de Faizon e Vince, Jason Baterman também rouba a cena, como marido que trai a esposa, e que é traído e que descobre que mesmo com tudo isso, ele percebe que o amor supera tudo, mesmo essas traições, o crescimento da filha que entra na fase de curtições e etc (o que é perceptível no início do filme e nem tem muita importância), ele rouba a cena, por ser o mais descolado e com mais problemas no casamento (o que é descoberto no término do filme). A loucura do lugar onde se hospedam, e a influência do terapeuta na vida deles, é legal de ser conferida, e talvez seja uma boa lição de vida para casais que se encontram com algum problema, talvez uma solução.


Encontro de Casais, é uma comédia que tenta seguir ou tentar agradar usando novas fontes e horizontes e agrada totalmente, mas o uso indevido e em excesso de clichês, mesmo não atrapalhando o filme, são perceptíveis e incômodos... Eu indico sem dúvidas, por fazer rir e por ter uma história, roteiro e elenco impecáveis. Nada surpreendente, mas algo bom de se conferir.



Informações Sobre o Filme : 
Título : Couples Retreat (2010) 
Direção : Peter Billingley 
Duração : 113 min 
Elenco : Vince Vaughn, Faizon Love, Jason Baterman, Jon Freveau 
Gênero : Comédia Romântica 

Crítica : Missão Quase Impossível

A espionagem com Comédia, acerta com 
bom roteiro, mas peca com Elenco fraco. 

Bob Ho (Jackie Chan) é um agente secreto da CIA, que decide largar o serviço para poder se dedicar mais a Gilliam (Amber Valetta), sua namorada. Bob deseja se casar com Gilliam mas antes tem uma missão complicada: conquistar Farren (Madeline Carroll), Ian (Will Shadley) e Nora (Alina Foley), os filhos dela. Ele tem sua grande chance quando Gilliam precisa viajar de última hora, deixando as crianças sob seus cuidados. Só que uma das crianças faz, por engano, o download de uma fórmula secreta que está no computador de Bob. Esta é a chance aguardada por seus inimigos para atacá-lo. 

Eu sinceramente nunca gostei de filmes com o Jackie Chan, ele é chato e seus filmes todos repetidos, totalmente cansativos. Chan, nunca havia tentado em seus filmes fazer a junção de comédias com espionagem, mas nem deveria ter tentado, porque não deu certo. O elenco (além de ter ele), tem muitos outros que já decepcionam (muitos eu não conhecia), mas já conheci de forma negativa. Eu, realmente gostei do filme, consegui rir bastante e dos filmes do Chan, foi o que mais me agradou, sem dúvidas. Eu ri o suficiente, mas até gostei do filme, mas não do elenco. 

Eu sou fã de comédias, mas aquelas que me fazem rir, Missão Quase Impossível, faz rir sem compromisso, mas o elenco deixa a comédia para trás, e ao virar humor independente (visando as piadas do elenco) o filme perde a graça. Percebemos no início, que o elenco dizia frases já preparadas, após algum tempo as piadas tomaram outra proporção, parecendo improvisadas o que prejudica um pouco o filme. Além de Jackie Chan para suportar por 94 minutos, também tem o garotinho, que também tem um personagem insuportável, Will Shadler, mesmo com um papel bacana, o autoritarismo do personagem me incomodou demais. 

Realmente eu gostaria que o filme fosse mais duradouro, mas eu gostaria também que o elenco acompanhasse o bom desenrolar do filme, mas chega uma hora, que o elenco incomoda, mas o filme prossegue com o bom humor e desenvolvendo o bom roteiro, que o diretor Brian Levant proporcionou e dirigiu de forma espetacular. A parte de ação do filme, é legal de ser conferida, mas o humor se sobressai. Eu indico mais pelo humor (o elenco incomoda, mas nem tanto), é um filme bem familiar, que tem muita ação e bastante comédia, o que agrada todos os diferentes tipos de público : do infantil ao adulto, sem compromisso. Se quer rir e curtir uma boa ação se compromisso, eu indico sem dúvidas, pois o filme não decepciona, mas o elenco....Demais ! 

Obs : Eu só não dou nota máxima (10) por o elenco não acompanhar o bom desenvolvimento do filme. 

                                                                              Nota 8                                                                        

Informações Sobre o Filme : 
Título : The Spy Next Door (2010) 
Gênero : Comédia 
Direção : Brian Levant 
Duração : 94 min 
Elenco : Jackie Chan, Amber Valletta, Madeline Carrol, Will Shadley 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Crítica : Surpresas do Amor

Comédia Romântica testa em roteiro diferente
e além de divertir, tira bons risos.

Todo Natal Brad (Vince Vaughn) e Kate (Reese Whiterspoon) seguem uma tradição criada desde quando se conheceram: livram-se das neuroses de suas famílias e viajam para algum local exótico e ensolarado, onde possam passar as férias. Só que neste ano eles não podem seguir o plano, já que um nevoeiro cancela todos os vôos do aeroporto de San Francisco. Para piorar eles são filmados por uma equipe local de notícias, o que faz com que suas famílias saibam onde estão. Sem terem como escapar, eles são obrigados a passar o Natal com suas famílias. Quatro vezes, já que precisam lidar com o pai e a mãe de cada um deles.

As vezes incomoda bastante assistir comédias romântica. Primeiro, pois todas usam as mesmas fórmulas e todos acabam não agradando, algumas (poucas), tenta usar algo diferente e decepciona. Reese Witherspoon e Vince Vaugh conseguem dar outro sentido a comédia romântica de Seth Gordon, e faz o filme além de ter um pouco de romance, fazer rir e nos divertir. Eu fiquei pensando depois de que assisti, que se não fosse esses dois, o filme poderia ser até que legal, mas não tão divertido quanto foi. O assunto que o filme aborda é interessante, pois de vez ter aquela mútua separação envolvendo todos e etc, o filme aposta nas superações do amor, no caso passar as datas festivas com a família.

Eu assumo que ri demais, principalmente nas feições cômicas de Witherspoon e das habituais besteiras de Vaugh. O filme tem um bom elenco, que acompanha de forma positiva o desenrolar do filme e dos protagonistas. Venho a repetir, que uma das fórmulas para uma comédia dar certo é a escolha dos protagonistas. Fazer duplas de bons protagonistas é a certeza de um ótimo filme, que nos garantiu Witherspoon e Vaughn. A forma que esses retratam a dificuldade do casamento e o perigon da procriação, é bem irônica, mas durante o filme vai perdendo o sentido, com a tal dúvida de gravidez da personagem de Whiterspoon. Noes EUA o filme fez muito sucesso, tanto que conseguiu passar, o lucrativo besteirol dos vampiros, Crepúsculo. Além de atuarem, Wihterspoon e Vaughn também produziram o filme, juntos.

O filme é sensacional, e além do elenco recheado de bons atores, o estupim do filme, foi realmente a forma bem humorada de contar a história simples : duas pessoas que se conheciam bem, mas se descobrem verdadeiros estranhos ao entrar em contato com as famílias. Outro ponto de estranhar, mas que dá maior ênfase aos risos, é sem dúvida o fato deles ter de participar de 4 festas, pois os pais de ambos são separados. Eu indico, sem dúvidas para quem gosta de rir sem compromisso.

                                                                              Nota 8                                                                          

Informações Sobre o Filme : 
Título : Four Christmases (2010) 
Gênero : Comédia Romântica 
Direção : Seth Gordon 
Duração : 88 min 
Elenco : Vince Vaugh, Reese Wtherspoon, Robert Durvall, Sissy Spacek

Crítica : Juntos pelo Acaso

Mesmo com um roteiro fraco, o filme consegue
ser mais do que o Esperado, meramente bom.

Holly Berenson (Katherine Heigl) e Eric Messer (Josh Duhamel) se conhecem, mas o primeiro encontro deles é um verdadeiro desastre. A única coisa que eles têm em comum é a paixão pela afilhada Sophie (Alexis Clagett/Brynn Clagett). Só que um acidente fatal deixou a menina órfã dos pais e a dupla foi designada para cuidar da pequenina. Obrigados a permanecerem juntos para cuidar dela, eles enfrentam as dificuldades típicas de quem passa a ser pai e mãe de uma hora para outra e começam a se entender melhor.

O real conflito aparece quando Peter e Alison morrem em um acidente de carro, em cujo testamento deixam a custódia da filha aos seus amigos beligerantes. Em uma situação que só pode ocorrer nos Estados Unidos, Holly e Messer devem passar a viver juntos, como um casal, para que a menina não seja entregue à adoção.

O argumento é muito similar ao do filme "Raising waylon" (2004), feito para a TV americana, dirigido por Sam Pillsbury (de "Free Willy 3, O resgate"), com a diferença de que a criança era pré-adolescente.O grande trunfo de "Juntos pelo acaso" não está na história em si, mas nos divertidos diálogos e situações colocadas aos personagens. O diretor Greg Berlanti, criador da nova série televisiva "No ordinary family" (canal Sony, no Brasil), consegue aproveitar todo o humor do roteiro em contraponto à previsibilidade do que se vê na tela. 

Antes mesmo de começar, o encontro é um desastre e acaba em farpas entre os protagonistas. Mulherengo e com um comportamento adolescente, Messer é o oposto de Holly. Ainda assim, eles devem aprender a conviver, já que o casal de amigos os escolheu como padrinhos da filha Sophie.


 Faz sentido quando a ideia maior, aqui, é agradar ao público feminino e ao masculino.

No duelo entre o drama, o romance e a comédia, o que tem se visto nos melhores filmes do gênero dos últimos dois anos, como "500 dias com ela" e "Amor à distância", o foco  é o humor.

                                                                             Nota 7                                                                           

Informações Sobre o Filme : 
Título : Life as We Know It (2010) 
Gênero : Comédia Romântica 
Direção : Greg Berlantti 
Duração : 112 min 
Elenco : Josh Duhamel, Katherine Heighl, Josh Lucas, Christina Hendricks 

domingo, 9 de outubro de 2011

Crítica : Premonição 5 em 3D

Muito superior aos Anteriores, esse filme é o 
desfecho surpreendente dessa maravilhosa franquia.

Sam (Nicholas D'Agosto) tem um estranho pressentimento que as pessoas com quem trabalha e viaja com ele irão morrer num grave acidente. O pesadelo acaba acontecendo, mas graças a ele algumas conseguem se salvar do episódio, inclusive a sua namorada (Emma Bell). O que eles não contavam era que o destino de todos já estava traçado e a morte irá "caçar" um por um até que estejam definitivamente liquidados. 

Eu sinceramente não sou muito fim de filmes de terror, não gosto e nem simpatizo, mas como já tinha combinado com a minha mãe, fui e assisti. Antes disso, preciso assumir que não curto filmes de terror, mas abro exceção para a franquia Premonição. Como cheguei a comentar com uns amigos, fiquei receoso de ver esse filme. Sinceramente odiei o quarto filme da franquia, totalmente ridículo .... Mas enfim, fui e achei sensacional essa sequência.

Primeiramente, é visível que os diretores, tem como charme mudar o elenco, dando preferência a atores um pouco desconhecidos do público. É agradável, porém cansa. Pra mim, o que me irritou assim como em todos os outros filmes, é o fato dos assuntos progredirem, mas mesmo repetindo "A morte de todos .... e a dificuldade de enganar a morte", o filme aborda isso, mas no fim todo mundo morre, isso já é costumeiro na franquia. Incomoda, porém as diversificações, e as diferenças nas mortes, causa até humor, por as vezes passar de dar medo e chegar a ser ridículo.

Se eu disser que o filme é Sensacional, estarei mentindo. Minha mãe ao meu lado, segurando minha mãe e quase chorando de medo, e nas esfriadas de cenas, eu acabei pegando no sono, pois o assunto repetido abordado pelo filme me cansou um pouquinho. O 3d é realmente o ponto forte do filme, as mortes e o assunto progrediram um pouco (apesar de serem o mesmo praticamente) e as mortes (enfim) conseguem faz jus ao Gênero.

Achei um certo exagero os elogios, que os críticos deram ao filme. É bom, melhor que os outros, mas o que não significa ser exuberante e estupendo, somente Bom, e agradável. Faz rir em algumas cenas proporcionadas pelo elenco, mas também faz chorar de medo em algumas mortes. Outra observação válida, é que esses jovens protagonistas desse quinto filme da franquia souberam conduzir perfeitamente o filme, muito melhores, que os dos filmes anteriores. 

Os créditos finais também agradam, por mostrar cenas de outros filmes da franquia e deixa realmente claro que o filme termina por aí, com poucas probabilidades de uma sequência, ou pelo menos não com o mesmo diretor. 

Eu indico, sem dúvidas o filme, mas aconselho ir com outra pessoa ... Faz rir e dá um pouco de medo, agrada por não perder as mesmas características dos anteriores, mas deixa a desejar por não incrementar mais variedade e dar outro sentido ao filme, acerta no elenco de jovens talentos hollywoodianos, e também acerta em não fugir do gênero, e sim conseguir obter grande sucesso ao tentar fazer cenas, em que o público consiga se tranquilizar rindo também. É realmente agradável e engraçado, principalmente algumas mortes (como a da menina que fica cega e cai da sala onde se encontrava, e o olho dela sai rolando na rua e um carro atropela), realmente explêndido rsrsrsrsrs.

                                                                               Nota 8                                                                         

Informações Sobre o Filme : 
Título : Final Destination 5 (2011) 
Direção : Steven Quale 
Gênero : Terror 
Duração : 95 min 
Elenco : Emma Bell, Nicholas D´Agosto, Tony Todd, David Koechner 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Crítica : Scott Pilgrim Contra o Mundo

Outro Excelente Filme de Michael Cera

Scott Pilgrim (Michael Cera) tem 23 anos, integra uma banda de colégio, vive trocando de emprego e tem um namoro firme. Sua vida está maravilhosa, até conhecer Ramona V. Flowers (Mary Elizabeth Winestead). Ele logo se apaixona perdidamente por ela, só que não será fácil conquistar seu amor. Para tanto ele precisa enfrentar os sete ex-namorados dela, que estão dispostos a tudo para impedir sua felicidade com outra pessoa.

Eu sinceramente, mesmo sabendo que é anti-ético para um crítico, nunca escondi dos meus leitores os meus atores ou atrizes favoritos. Michael Cera é um deles, além do excelente Adam Sandler e a Magnífica Whoppi Goldberg. Michael Cera, como podem perceber em outras críticas que fiz relacionadas a outros filmes dele, para mim é o sal para qualquer filme adolescentes, ele é irônico e consegue impactar o público, com um certo realismo engraçado e bobo, ao mesmo tempo.

Recentemente, Cera adentrou as telinhas com Scott Pilgrim, a mais recente inovação tecnológica e infanto juvenil, que o cinema já viu. É a junção de diversos temas infanto juvenis em uma estória de ação. Rock and Roll, video Game, guitarras e um certo Romance. O filme conta com um elenco bem desconhecido, com exceção de Cera, que conduz o filme ao lado da excelente Mary Elizabeth Winstead, e ambos conseguem demonstrar que o filme não se passa de uma ação divertida. O que eu achei muito bacana no filme é a junção de diversos assuntos adolescentes, que são bem encaixados no filme e em uma ordem exata, muito bem preparada.

Os efeitos, tanto sonoros (na hora das músicas e das guitarras), como os efeitos visuais são de tirar o chapéu, são excepcionalmente perfeitos e deslumbrantes, principalmente os que aparecem nas cenas de ação, dá um maior impacto ao filme e maior realismo a algo irreal. Michael Cera, (mesmo sendo óbvio que o filme não passa de surrealidade) consegue com sua ironia tratar o assunto como cotidiano, como real, e isso é o foco do filme. É bacana a renovação que é visível conferir, aqueles contos infanto juvenis nas telas do cinema, com antiguidade, como Pinóquio ou O Menino Maluquinho, hoje está muito mais avançado e com maior modernidade, que chegou até a Scott Pilgrim ...

Cera também é bastante enfático, e consegue se fazer um adolescente que deixa seu lado inseguro e vai em busca do que pretendo, correndo riscos e enfrentando seus medos, com sua precocidade, com sua força e também com a modernidade e avanço tecnológico do mundo. É um filme sensacionalmente perfeito, convidativo e um filme que deixa aquele gosto de "quero mais" em seu término, eu realmente ri bastante e fiquei super interessado e gostaria muito de uma sequência ou maior duração do filme. É um filme infanto juvenil, realmente perfeito, sem nenhum erro que incomode e comprometa o filme, acerta em cheio e agrada o público.

                                                                               Nota 10                                                                     

Informações Sobre o Filme : 
Título : Scott Pilgrim vs The World (2011) 
Gênero : Aventura
Elenco : Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Chris Evans
Duração : 112 min 
Direção : Edgar Wrigth

Crítica : Eu Queria Ter a Sua Vida

Um Filme Razoável, que Não cumpre o Que promete,
mas cumpre o que o Gênero promete : Fazer rir ...

Dave (Jason Bateman) é casado e ainda sofre para se acostumar com as tarefas da vida de pai de família. Seu melhor amigo Mitch (Ryan Reynolds) é o oposto, pois é solteiro, boa pinta e só quer saber de curtir uma festa. Um dia, durante uma farra, um deseja ter a vida do outro e o improvável acontece, vrando a vida deles de pernas pro ar. 

No Brasil, o filme chega com um título mais extenso, devido a falta de capacidade de pôr o nome de origem no filme dos produtores brasileiros. Change Up (Mude-se), chega no Brasil como, Eu queria ter a Sua Vida. Eu juro, que é um privilégio ter contato com pessoas ligadas ou próximas ao filme, pois assim vemos com antecedência. O filme chega no Brasil dia 07 de Outubro, e eu consegui assistir hoje, com mais de uma semana de antecedência. Eu realmente não me arrependi. O elenco do filme é bom, e depois de filmes TEEN, Reynolds agora passou a frequentar mais as comédia atuais.

Ao lado de Sandra Bullock, em 2009, eles nos surpreenderam com o excelente, A Proposta. Além desse filme, Reynolds, o protagonista do excelente O Dono da Festa, também autou em muitos outros. Aliás, não sei se sou o perfeito para falar disso, mas para mim, há uma certa distância entre a Comédia do Drama, e deveria haver limite de uso para cada um. A inverossímil da estória as vezes acaba incomodando e para mim, realmente isso foi o que mais me incomodou no filme de Reynolds. O filme tenta atrair o público usando o que outros tentaram, uns fracassaram, outros se sobressaíram. Se eu fosse Você, De repente 30 e muitos outros, mas nem usou de forma exata essa ligação da realidade com o surrealismo.

Para ser sincero, mesmo sendo o grande problema do filme, é o que dá Sal, no caso humor ao filmes e de todos os mencionados acima, esse filme é o que usa de forma mais exata (mais ainda errada) a fórmula da inverossímil. Reynolds e até mesmo Jason Baterman arrancam sorrisos do público, mas não o suficiente para ser uma comédia de impacto, e ainda está muito distante de ser uma das melhores do ano. Faz rir, mas não faz o que promete. O Surrealismo, as discordâncias de temas e conforto dos atores principais, acaba fazendo o filme cansar aos poucos. 

O que me faz indicar o filme, e adequar como pontos positivos, é realmente o elenco, que mesmo cansativo consegue fazer rir, a história (que mesmo cansativo e usada de forma errada( consegue ser cômica e sensacionalista. O filme ainda não chegou no Brasil, mas quando chegar vai ser alvo de críticas e polêmicas, mesmo sendo um filme despretensioso e até gostoso de se ver, faz você rir, sem compromisso.

                                                                                Nota 7                                                                        

Informações Sobre o Filme : 
Título : The Change Up (2011) 
Gênero : Comédia 
Elenco : Ryan Reynolds, Jason Baterman, Olivia Wilde, Leslie Mann
Direção : David Dobkin 
Duração : 112 min